
É, parece que foi ontem que eu estava vendo fogos de artifícios iluminando e colorindo o céu da noite do dia 31.12.09 para 01.01.10. E de olhos fechados rezava, rezava muito, para que o ano que estava chegando fosse melhor, em todos os sentidos, do que o que estava partindo em alguns minutos, segundos.
2009. Vida nova, colégio novo, pessoas novas, descobertas, decepções, amizades verdadeiras, janelas fechadas na cara, portas abertas, um futuro brilhante e um sorriso estampado no rosto de dever cumprido, entre trancos e barrancos.
2010. Está indo. Quem diria que fosse passar tão rápido e na intensidade que passou? Estamos em novembro, ano letivo no talo pra acabar, férias chegando, tudo outra vez. Rodando, rodando. Aprendi muita coisa boa, muita coisa que preferia não ter aprendido, não agora (acabei de ter um Déjà vu rs –n). Enfim, vivi, curti. Apesar da correria e da pressão que estão cada vez mais depositando em nós, digo que aproveitei muito esse ano! Não me arrependo de nada que fiz, e acho que faria tudo novamente, do mesmo jeito!
2011. Está aí. Batendo à porta, esperando para entrar e ser bem recebido. Ano de decisões, mil vezes mais pressão, mas também divertimento. Espero poder realizar tudo que tenho planejado ano que vem. Sempre pretendo cumprir minha “listinha” toda de “coisas que serão feitas no ano que chegará”, algumas regras mudam, faz parte.
(Não entendi ainda o propósito desse post).
Esses dias fiquei mal pra caramba por saber da morte de uma menina de 15 anos. Não conhecia, mas parecia que era minha irmã. Me emocionei com algumas palavras que um professor meu disse, de chorar mesmo. Me fez pensar mais na vida, no que eu faço e deixo de fazer.
Cheguei em casa com aquela história na cabeça, menina mais nova que eu, perdeu a vida, será que foi feliz enquando viveu? Aposto que, infelizmente, não viveu tudo que tinha planejado.
Sei lá viu... comecei em um assunto, terminarei em outro que me deu vontade de escrever e que depois dessa morte me fez olhar a vida de outra maneira.
Viva, pessoa, vida como se cada segundo fosse o ultimo (que clichê, não?!). Grite quando der vontade de gritar. Fale quando algo vier a sua cabeça. Não guarde momentos tristes os felizes para si, tem sempre alguém que irá querer compartilhá-los com você, seja qual ele for. Sorria quando olhar para uma formiga e ver que aquele bichinho tão pequeno carrega uma folha em suas costas que tem o triplo do seu tamanho. Quando alguma coisa lhe fizer chorar olhe para o lado, olhe para a janela e veja o mundo que lhe rodeia. Pare e pense nos problemas alheios. Será que a sua unha quebrada ou o seu carro arranhado são desastres tão destruidores quando a morte de um pai, de uma mãe ou um câncer descoberto em uma criança que acaba de nascer? Não. Não. Não.
O relógio está aí no seu pulso, na sua parede... olhe para ele, mas ilhe rápido para não perder mais tempo. Tá vendo os ponteiros? Estão girando. É. O tempo está passando. O tempo está acabando. A cada respirada que dou, a cada letra, palavra que digito, tenho menos tempo de vida. Já parou pra pensar nisso? Pense. Mas não reflita por muito tempo, ele está acabando.
2009. Vida nova, colégio novo, pessoas novas, descobertas, decepções, amizades verdadeiras, janelas fechadas na cara, portas abertas, um futuro brilhante e um sorriso estampado no rosto de dever cumprido, entre trancos e barrancos.
2010. Está indo. Quem diria que fosse passar tão rápido e na intensidade que passou? Estamos em novembro, ano letivo no talo pra acabar, férias chegando, tudo outra vez. Rodando, rodando. Aprendi muita coisa boa, muita coisa que preferia não ter aprendido, não agora (acabei de ter um Déjà vu rs –n). Enfim, vivi, curti. Apesar da correria e da pressão que estão cada vez mais depositando em nós, digo que aproveitei muito esse ano! Não me arrependo de nada que fiz, e acho que faria tudo novamente, do mesmo jeito!
2011. Está aí. Batendo à porta, esperando para entrar e ser bem recebido. Ano de decisões, mil vezes mais pressão, mas também divertimento. Espero poder realizar tudo que tenho planejado ano que vem. Sempre pretendo cumprir minha “listinha” toda de “coisas que serão feitas no ano que chegará”, algumas regras mudam, faz parte.
(Não entendi ainda o propósito desse post).
Esses dias fiquei mal pra caramba por saber da morte de uma menina de 15 anos. Não conhecia, mas parecia que era minha irmã. Me emocionei com algumas palavras que um professor meu disse, de chorar mesmo. Me fez pensar mais na vida, no que eu faço e deixo de fazer.
Cheguei em casa com aquela história na cabeça, menina mais nova que eu, perdeu a vida, será que foi feliz enquando viveu? Aposto que, infelizmente, não viveu tudo que tinha planejado.
Sei lá viu... comecei em um assunto, terminarei em outro que me deu vontade de escrever e que depois dessa morte me fez olhar a vida de outra maneira.
Viva, pessoa, vida como se cada segundo fosse o ultimo (que clichê, não?!). Grite quando der vontade de gritar. Fale quando algo vier a sua cabeça. Não guarde momentos tristes os felizes para si, tem sempre alguém que irá querer compartilhá-los com você, seja qual ele for. Sorria quando olhar para uma formiga e ver que aquele bichinho tão pequeno carrega uma folha em suas costas que tem o triplo do seu tamanho. Quando alguma coisa lhe fizer chorar olhe para o lado, olhe para a janela e veja o mundo que lhe rodeia. Pare e pense nos problemas alheios. Será que a sua unha quebrada ou o seu carro arranhado são desastres tão destruidores quando a morte de um pai, de uma mãe ou um câncer descoberto em uma criança que acaba de nascer? Não. Não. Não.
O relógio está aí no seu pulso, na sua parede... olhe para ele, mas ilhe rápido para não perder mais tempo. Tá vendo os ponteiros? Estão girando. É. O tempo está passando. O tempo está acabando. A cada respirada que dou, a cada letra, palavra que digito, tenho menos tempo de vida. Já parou pra pensar nisso? Pense. Mas não reflita por muito tempo, ele está acabando.